Numa ação maquiavelicamente manipulada com o fim de intimidar jornalistas e empresas de comunicação, fiéis e pastores da Igreja Universal do Reino de Deus estão ajuizando um sem número de processos por dano moral contra os jornais Folha de São Paulo e Extra, sob o incentivo dos cultos religiosos.
O primeiro jornal publicou em dezembro uma extensa reportagem mostrando como o fundador da seita, "bispo" Edir Macedo, usou o dinheiro do dízimo para montar um poderoso grupo empresarial, com o braço financeiro registrado no paraíso fiscal de Jersey. O segundo jornal noticiou a "agressão" a uma imagem de São Benedito - um santo católico - por um seguidor da Igreja, na Bahia. Segundo a reportagem da Folha, o complexo empresarial do Sr. Edir é constituído por 23 emissoras de TV e 40 emissoras de rádio, o que o torna o maior proprietário de concessões do País... Além disso, o "bispo" evangélico é proprietário de 19 outras empresas, dentre as quais 2 gráficas, 1 imobiliária, 1 agência de turismo e 1 firma de táxi aéreo, todas registradas em nome de seus "fiés"pastores. A reportagem revelou ainda, que a Universal arrenda as emissoras que integram a Rede Aleluia, que Macedo detém 99% das ações da TV Capital, geradora da Rede Record, e que ele tem à sua disposição um avião adquirido por US$ 28 milhões.
Nos processos ajuizados contra a Folha, "pastores e fiéis" da Universal reivindicam indenizações de R$ 1 mil a R$ 10 mil, sob a justificativa de que a reportagem lhes causou prejuízos morais. Nas ações contra o Extra, os autores alegam que o objetivo do jornal não foi informar, mas provocar a "ira" dos católicos e criar um clima de "perseguição religiosa", submetendo os seguidores da seita ao "risco diário de sofrer agressões físicas e discriminações".
Em comento:
A verdade é que através dos "pastores de Deus", como são chamados os pregadores do "mais valia", que Deus os perdoe, ou através do ParTido travestido em pele de cordeiro, pastamos... Rapam-nos até o último fio de lã, retiram-nos a dignidade e prosseguimos tocados, pastando na direção do abate... Neste verdadeiro purgatório verde e amarelo viemos para não falar, para não enxergar, para não ouvir, viemos para pastar...
Brasileiro é assim mesmo, aparência humana, jeitinho Dolly e sorriso de palhaço...
Quanto as ações incentivadas pelos pregadores do dízimo há que se fazer uma verdadeira ponderação de interesses. De um lado há o indelével direito fundamental de ação com o "direito de ser explorado em sua fé" e de outro a liberdade de imprensa. Há de se levar em conta, não obstante, o "prazer do brasileiro ser depenado, ou melhor, tosqueado, valendo ressaltar ainda, que para fazer jus à uma indenização por danos morais deve haver um sentimento de dor profunda por parte do requerente que se diz prejudicado. E desde quando brasileiro não gosta de ser explorado em sua fé religiosa ou política? É bem verdade, que uma denúncia jornalística pode sim causar uma dor profunda, mas não a por mim trazida supra, mas a infra: "Dizem as "péssimas" linguas, que há um pastor barbudo, que de tanto atoxar no "ku" de suas ovelhas acabou perdendo justamente o dedo da ética, alejando-se de seu moral"... Isso sim deve causar uma dor profunda...
O primeiro jornal publicou em dezembro uma extensa reportagem mostrando como o fundador da seita, "bispo" Edir Macedo, usou o dinheiro do dízimo para montar um poderoso grupo empresarial, com o braço financeiro registrado no paraíso fiscal de Jersey. O segundo jornal noticiou a "agressão" a uma imagem de São Benedito - um santo católico - por um seguidor da Igreja, na Bahia. Segundo a reportagem da Folha, o complexo empresarial do Sr. Edir é constituído por 23 emissoras de TV e 40 emissoras de rádio, o que o torna o maior proprietário de concessões do País... Além disso, o "bispo" evangélico é proprietário de 19 outras empresas, dentre as quais 2 gráficas, 1 imobiliária, 1 agência de turismo e 1 firma de táxi aéreo, todas registradas em nome de seus "fiés"pastores. A reportagem revelou ainda, que a Universal arrenda as emissoras que integram a Rede Aleluia, que Macedo detém 99% das ações da TV Capital, geradora da Rede Record, e que ele tem à sua disposição um avião adquirido por US$ 28 milhões.
Nos processos ajuizados contra a Folha, "pastores e fiéis" da Universal reivindicam indenizações de R$ 1 mil a R$ 10 mil, sob a justificativa de que a reportagem lhes causou prejuízos morais. Nas ações contra o Extra, os autores alegam que o objetivo do jornal não foi informar, mas provocar a "ira" dos católicos e criar um clima de "perseguição religiosa", submetendo os seguidores da seita ao "risco diário de sofrer agressões físicas e discriminações".
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A verdade é que através dos "pastores de Deus", como são chamados os pregadores do "mais valia", que Deus os perdoe, ou através do ParTido travestido em pele de cordeiro, pastamos... Rapam-nos até o último fio de lã, retiram-nos a dignidade e prosseguimos tocados, pastando na direção do abate... Neste verdadeiro purgatório verde e amarelo viemos para não falar, para não enxergar, para não ouvir, viemos para pastar...
Brasileiro é assim mesmo, aparência humana, jeitinho Dolly e sorriso de palhaço...
Quanto as ações incentivadas pelos pregadores do dízimo há que se fazer uma verdadeira ponderação de interesses. De um lado há o indelével direito fundamental de ação com o "direito de ser explorado em sua fé" e de outro a liberdade de imprensa. Há de se levar em conta, não obstante, o "prazer do brasileiro ser depenado, ou melhor, tosqueado, valendo ressaltar ainda, que para fazer jus à uma indenização por danos morais deve haver um sentimento de dor profunda por parte do requerente que se diz prejudicado. E desde quando brasileiro não gosta de ser explorado em sua fé religiosa ou política? É bem verdade, que uma denúncia jornalística pode sim causar uma dor profunda, mas não a por mim trazida supra, mas a infra: "Dizem as "péssimas" linguas, que há um pastor barbudo, que de tanto atoxar no "ku" de suas ovelhas acabou perdendo justamente o dedo da ética, alejando-se de seu moral"... Isso sim deve causar uma dor profunda...